Ninguém morre de amor
O que um diário guardado por quase cinquenta anos ainda pode revelar?
Sobre este livro
Este livro nasceu antes de saber que seria um livro.
E talvez tenha nascido, também, como uma cicatriz.
Cicatrizes são os sinais do que atravessamos. Do que sobrevivemos.
Nasceu como um diário. Em 1977. Escrito sem a intenção de ser lido por ninguém além de quem o escreveu.
Décadas depois, essas páginas foram resgatadas. Não porque estivessem perdidas, mas porque haviam sido guardadas, até que a dor permitisse relê-las:
"04 setembro de 1977... Domingo... Cinco da tarde... O sol descia devagar atrás das árvores, como se tivesse esquecido que havia um enterro para testemunhar. O céu estava de um azul tão profundo que parecia não combinar com nada do que acontecia ali; nenhum sinal de nuvem, nenhum prenúncio de tristeza — apenas aquela claridade limpa, quase irônica. Lembro da brisa suave tocando meu rosto, mexendo nas folhas secas ao redor, trazendo um leve cheiro de grama recém-cortada. Era um dia bonito demais para a morte..."
Aqui estão registros reais. Este livro carrega minha voz da adolescência, do amadurecimento, da perda. Porque algumas histórias não terminam. Este livro é para quem já guardou algo por tempo demais. Para quem sabe que certas memórias não envelhecem. Para quem entende que nem toda dor pede explicação. Não é um livro para distração. Mas também não é um livro triste. É um livro para encontro.
Reencontro. Esta é uma edição independente, de tiragem limitada, ao preço de R$54,90. Cada exemplar carrega o cuidado de quem respeita a própria história. Se você sente que este livro é para você, fale comigo diretamente.
O que estas páginas guardam
Uma história real. Pensamentos e poesias. Silêncios.
E um amor vivido cedo demais para ser esquecido.
Vivida aos 17 e revivida aos 65 anos.
Fala principalmente do que o amor traz quando chega —
e, mais ainda, quando se vai.
Apenas mudam de lugar dentro da gente.Para quem este livro é
Como obter o livro