Ninguém morre de amor
O que um diário guardado há cinquenta anos ainda pode revelar?
Sobre este livro
Este livro nasceu antes de saber que seria um livro.
E talvez tenha nascido, também, como uma cicatriz.
Cicatrizes são os sinais do que atravessamos. Do que sobrevivemos.
Nasceu como um diário. Em 1977. Escrito sem a intenção de ser lido por ninguém além de quem o escreveu.
Décadas depois, essas páginas foram resgatadas. Não porque estavam perdidas, mas porque foram guardadas, até que a dor permitisse relê-las:
O que estas páginas guardam
Aqui estão registros reais.
Uma história real. Pensamentos e poesias. Silêncios.
E um amor vivido cedo demais para ser esquecido.
Este livro carrega minha voz da adolescência, do amadurecimento, da perda.
Vivida aos 17 e revivida aos 65 anos.
Fala principalmente do que o amor traz quando chega —
e, mais ainda, quando se vai.
Porque algumas histórias não terminam.
Apenas mudam de lugar dentro da gente.
Para quem este livro é
Este livro é para quem já guardou algo por tempo demais.
Para quem sabe que certas memórias não envelhecem. Para quem entende que nem toda dor pede explicação.
Não é um livro para distração.
Mas também não é um livro triste.
É um livro para encontro.
Reencontro.
Como obter o livro
Esta é uma edição independente, de tiragem limitada, ao preço de R$59,90.
Cada exemplar carrega o cuidado de quem respeita a própria história.
Se você sente que este livro é para você, fale comigo diretamente.