Ninguém morre de amor
O que um diário guardado por quase cinquenta anos ainda pode revelar?
Sobre este livro
Este livro nasceu antes de saber que seria um livro.
E talvez tenha nascido, também, como uma cicatriz.
Cicatrizes são os sinais do que atravessamos. Do que sobrevivemos.
Nasceu como um diário. Em 1977. Escrito sem a intenção de ser lido por ninguém além de quem o escreveu.
Décadas depois, essas páginas foram resgatadas. Não porque estivessem perdidas, mas porque haviam sido guardadas.
Não para serem corrigidas. Mas para serem compreendidas.
O que estas páginas guardam
Aqui estão registros reais.
Uma história. Pensamentos e poesias. Silêncios.
E um amor vivido cedo demais para ser esquecido.
Este livro fala de adolescência, de amadurecimento, de perda.
Mas fala principalmente do que o amor deixa quando chega —
e, mais ainda, quando se vai.
Porque algumas histórias não terminam.
Apenas mudam de lugar dentro da gente.
Para quem este livro é
Este livro é para quem já guardou algo por tempo demais.
Para quem sabe que certas memórias não envelhecem. Para quem entende que nem toda dor pede explicação.
Não é um livro para distração. É um livro para encontro.
Reencontro.
Como obter o livro
Esta é uma edição independente, de tiragem limitada.
Cada exemplar carrega o cuidado de quem respeita a própria história.
Se você sente que este livro é para você, fale comigo diretamente.